segunda-feira, 17 de maio de 2010

Música

Música
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Aqui onde o mar brilha e o vento uiva,
Um homem abraça uma mulher,
Depois de todas aquelas lágrimas,
Ele limpa a garganta e continua a canção.
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Ele ama aquela mulher,
Ela não sabe deste poder
Desta imparável corrente
Que lhe aquece o sangue nas veias.
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Ele viu as luzes no mar
E acha que são as noites lá na América,
Mas eram luzes de um barco de pesca
Que lhe levava os sentimentos.
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Ele levantou-se do piano
E sentiu a dor da música,
Depois da lua aparecer
Até a morte lhe era doce.
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A mulher olhou-lhe nos olhos,
Olhos verdes como o mar,
De repente, ele sentiu-a a chorar
E acreditou que se estava afogando.
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Ele reconheceu o poder da ópera,
Onde cada drama é falso,
Mas o poder de sentir
Fê-lo ver que ela não era ela.
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Dois olhos olham para ele,
Era tão perto e real
Que ele esqueceu as palavras
E deixou fluir o instrumental.
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Em pensamentos confusos,
Para ele tudo se torna pequeno,
Como as noites lá na América,
Fechou os olhos e ela fugiu.
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Não é a vida que termina,
Ele não quis pensar muito,
Pois, outrora, já foi feliz
E continuou a canção.
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Último acorde,
Último suspiro...

segunda-feira, 1 de março de 2010

When you're around...

When you're around...
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You make me laugh, then make me cry
I'm never sure what to feel when you're around...
I always speak my heart but don't know why
Because you don't ever say what's on your mind
I make the question but I have no answers
So, I wanna know but I don't wanna ask you
Now, say you love me or say you hate me
Say you need me or you don't need me
Don't let the silence do the talking
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When I'm with you, I'm lost with no directions
I never know when and how to believe
I look at your eyes, then I just look at the sky
And there's no moon no stars
'Cause you lift me high, then knock me down
I'm never sure what to feel when you're around...
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Now I found my thoughts
Life is only a single life
And it never will back to the start
Who's pretends to be your love now?
*adaptação

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010

Silêncio!

Silêncio!

Por vezes temos medo de quebrar o silêncio porque fazemos parte dele ou porque ele faz parte de nós! Porém, há momentos que devemos e outros que não. Distingui-los é fácil! É institivo! Se nos enganamos, é fácil! É construtivo!
Várias pessoas vêem o silêncio de várias formas! Não vêem, sentem. Não sentem, ouvem-no! Não, apenas ouvem o que não dá para ouvir! Mas...
...quantas vezes no escuro, no silêncio da claridade, interpretamos pensamentos, ouvimos o silêncio, discutimos frases?
O silêncio fala sempre! Se fizermos uma pausa no tempo antes de dizermos "Amo-te", este é mais forte, é mais sentido e verdadeiro.
Mas como sabes que o é?
O silêncio foi quem te disse!
'Uma imagem vale mais que mil palavras!', 'O silêncio vale mais que mil imagens de palavras'!

Apesar de tudo, NUNCA deixes o silêncio fazer a conversa!

segunda-feira, 11 de janeiro de 2010

Post-it sem aviso!

Post-it sem aviso

Querer saber o que se quer não é simples, não basta querer nem basta saber!
É preciso saber querer e querer saber.
Saber o que sou e onde estou é querer ser o que sou e estar onde estou.
Querer chegar a algures é saber o caminho que terei de seguir.
Saber qual o caminho a seguir é querer avançar passo após passo.
Querer avançar assim não é saber de cor o caminho.
Saber de cor o caminho é não querer arriscar.
Não querer arriscar é saber não disfrutar da vida.
Disfrutar da vida... não é assim tão dificil de saber nem de querer.
Soltar o grito que abafa o mundo é querer dominá-lo.
Pisar a terra que desconheço é saber dominar-me.
Saber dominar-me é apenas querer!
Querer escrever algo ao mundo e saber que o mundo não ouviu as minhas letras, não leu a minha voz, não respondeu às minhas respostas, não tocou no meu abstracto, não chorou quando me ri... não é frustrante mas sim cativante!
Primeiro apela à tua consciência e responde com o teu instinto, assim verás a vida fluir com um sorriso como tal areia fina se escapa entre os dedos.
Não feches a mão para agarrar o momento, abre a tua alma e não esquecerás esse tempo!

PS: Não saber como introduzir um texto não significa desconhecer a conclusão.